Frete grátis nas compras a partir de 3 unidades.

O Alzheimer E O Óleo De Baru

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp

Qual é a relação entre o Alzheimer e o óleo de Baru? Entenda sobre a doença e sobre essa castanha, bem como a relação entre elas.

O Alzheimer é uma das doenças mais temidas, pois é cruel e pode começar de forma silenciosa. Infelizmente há anos os cientistas e pesquisadores buscam remédios e tratamentos totalmente eficazes, mas sem sucesso.

​Entretanto, pesquisas apontam que algumas substâncias conseguem prevenir e/ou retardar os efeitos e consequências dessa doença. O melhor de tudo? Muitas dessas substâncias são 100% naturais.

O Brasil é um território cheio de riquezas naturais e nós não conhecemos um terço de todo o potencial de nossa flora. Por exemplo, você sabia da relação do óleo de baru com o tratamento de Alzheimer?

Entenda mais sobre o Alzheimer

Antes de prosseguir com a relação entre Alzheimer e óleo de Baru, é muito importante entender um pouco sobre essa doença para compreender como que o óleo da castanha está relacionado com o tratamento.

O que é

O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta o nosso cérebro e comumente aparece em pessoas mais velhas, mas os mais jovens também podem ser diagnosticados com ela.

Afeta as funções cerebrais, como nossa linguagem, raciocínio, comportamento e memória. A pessoa que possui esta doença começa a sentir as consequências de forma gradual, ou seja, vai se agravando aos poucos.

Mais tecnicamente falando, este mal promove a deposição de proteínas anormais e, também, a morte das células. Essas alterações patológicas em nosso tecido cerebral são o motivo das consequências.

Esta doença neurodegenerativa é irreversível e progressiva, sendo considerada multifatorial.

À critério de curiosidade, até o ano de 2016 o Alzheimer acometia cerca de 47 milhões de idosos. A cada ano há um acréscimo de 10 milhões de novos diagnósticos.

No Brasil, o crescimento da doença por anos é de aproximadamente 100 mil novos casos.

Quais são as causas

É realmente difícil citar um fato com precisão que seja o gatilho para causar a doença. A raiz da perda de células cerebrais ainda não é 100% definida, o que dificulta a questão do tratamento precoce.

O consenso geral é que, claro, idosos têm probabilidade muito maior de desenvolver tal quadro.

A doença não possui evidências que atribuem o diagnóstico à genética, mas acredita-se que pode haver certa predisposição, bem como elementos ambientais.

Principais Sintomas

O Alzheimer é uma doença que começa relativamente silenciosa e podemos confundir com momentos ruins do nosso dia a dia. Um dos indícios é o comportamento alterado da pessoa.

Obviamente, a perda de memória é um grande problema, mas esse sintoma costuma ser confundido com desatenção. Quando colocamos a nossa vida no automático é muito difícil lembrar se determinadas ações foram ou não feitas.

Se você começar a sentir incômodos com a memória, pratique ter mais atenção nas pequenas coisas do seu dia a dia, isso muito possivelmente poderá resolver.

Agora, se os lapsos de memória continuarem e começarem a atrapalhar o seu dia a dia, a recomendação clara é consultar um profissional.

O Alzheimer fica intenso com o passar do tempo. Os pacientes começam a se esquecer de nomes, rostos, memórias antigas e assim por diante.  

Cada pessoa reage de um jeito ao Alzheimer. Algumas podem ter mudanças comportamentais muito severas, incluindo episódios de grande agressividade, agitação e até mesmo alucinações.  

Diagnóstico

O diagnóstico da doença é feito através de uma avaliação médica, bem como exames de sangue, de imagem e avaliação neuropsicológica.

Não é uma doença simples de ser diagnosticada, por isso pode levar um tempo até chegar no veredicto.

Tratamento

O tratamento da doença é relativamente avançado ao que tínhamos há anos, mas ainda assim não consegue brecar a doença por inteiro. Há medicamentos que aumentam a qualidade de vida do paciente e controlam os dias difíceis.

E como dito logo no começo deste artigo, temos alimentos e óleos que podem ajudar a amenizar sintomas da doença, como o óleo de Baru. Conheça um pouco mais desta castanha e entenda como ela age nos casos da doença.

​Descobrindo o óleo de Baru

O óleo de Baru é proveniente, como se deve imaginar, da Baru, que também é conhecida por barujo, cumarurana, cumbaru, coco-feijão e pau-cumaru. Seu nome científico é Dipteryx alata e pertence à família Fabaceae.

Não precisa ficar atento aos nomes difíceis, a Baru nada mais é do que uma leguminosa arbórea.

Sua ocorrência se dá no território brasileiro, mais especificamente nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

A Baru parece um pouco com o pinhão, tendo uma cor bem marrom e aspecto lustroso. Quem olha de longe nem imagina o bem que esse alimento pode proporcionar ao Alzheimer e outras complicações.

A árvore em si, tem diversas utilidades, principalmente na construção civil, mas o importante aqui é o óleo extraído da semente.

O óleo de baru possui o que chamamos de metabólitos secundários, os quais são os responsáveis pela ação antioxidante, anticolinesterásica, antirreumática e analéptica.

Esses componentes promovem efeitos farmacológicos e a ação antioxidante do óleo é proveniente dos fenóis e seus derivados.

Esses compostos fenólicos, por sua vez, têm relação com os radicais livres, promovendo a diminuição do estresse oxidativo. E o que tudo isso tem a ver com o Alzheimer?

A diminuição desse estresse oxidativo é justamente um gatilho para diminuir a ocorrência de doenças degenerativas e crônicas.

Já a ação anticolinesterásica do óleo de baru promove inibição sobre uma determinada enzima presente no que denominamos de membranas pós e pré-sinápticas.

As consequências disso são diversas e, dentre elas, o tratamento da doença de Alzheimer.

Ou seja, depois de todos esses nomes difíceis, podemos resumir dizendo que o tratamento de Alzheimer e o óleo de Baru tem relação, pois essa substância tem elementos que promovem os efeitos dos medicamentos.

Óleo de Baru: mil e uma utilidades

Que o óleo de Baru pode ajudar no tratamento de Alzheimer você já sabe, mas fique ciente de que essa castanha tem muito mais para acrescentar em nossas vidas, pois promove muitos benefícios.

Ela pode ser consumida com facilidade em nosso dia a dia, podendo ser incluída em nossa alimentação tradicional. Entretanto, você também pode consumi-la em forma de suplemento. Veja alguns dos benefícios:

  • Diminui a inflamação do nosso organismo
  • Tem o poder de diminuir os efeitos da artrite por conta de sua função anti-inflamatória
  • Aumenta o colesterol bom e diminui o ruim justamente pela ação antioxidante citada anteriormente
  • Regula o ciclo menstrual e aumenta a fertilidade por ser fonte de zinco
  • Hidratada e revitaliza a nossa cútis, pois contém vitamina E promove a renovação celular
  • Deixa as unhas mais fortes
  • Ajuda no controle de peso porque a semente ajuda na diminuição de gordura abdominal, além de ajudar na queima de gordura no geral.
  • Prevenção de anemia, pois contém ferro

Onde encontrar

O óleo pode ser encontrado facilmente em lojas de produtos naturais, podendo ser na sua forma fresca (não tão comum dependendo da região) e em cápsulas.

Hoje em dia a compra desses produtos se tornou ainda mais fácil com a internet e com apenas alguns cliques você consegue comprar o óleo de Baru sem nem sair de sua casa.

Como usar

O óleo pode ser consumido de forma líquida, caindo muito bem em temperos para saladas e refeições do geral. Entretanto, tome cuidado com a dosagem, pois algumas pessoas podem sentir mal-estar abdominal.

A dica é consumir bem pouco no começo e ir se aproximando da quantidade normal aos poucos para ver como o seu organismo irá reagir ao óleo de Baru.

No caso das cápsulas, a quantidade depende da dosagem de cada fabricante, mas normalmente giram em torno de 2 a 4 cápsulas por dia.

O consumo, entretanto, deve ser estabelecido por um nutricionista ou médico. É a melhor forma de você ter a certeza de estar consumindo a quantidade ideal para o seu caso. É a forma de promover somente benefícios.

Contraindicações

Não há realmente contra indicações severas sobre o uso do óleo de Baru, mas como não há pesquisas suficientes é mais recomendado que mulheres que estejam amamentando ou ainda grávidas não o consumam.

Quem possui psoríase e couro cabeludo sensível também deve consultar um médico antes de começar a ingerir o óleo.

Para quem tem Alzheimer, o mais indicado é conferir com o médico que está tomando conta do caso.

Há como prevenir o Alzheimer?

Um estilo de vida saudável não é a certeza de que você nunca desenvolverá a doença de Alzheimer, mas algumas coisas com certeza irão ajudar a diminuir as chances de ser acometido por ela. Veja hábitos que reduzem as chances:

  • Praticar atividade física, principalmente exercícios aeróbicos
  • Ter uma alimentação balanceada com alimentos frescos e naturais
  • Consumir ômega-3
  • Evitar tabagismo e álcool
  • Controlar fatores primordiais em nossa saúde de modo geral, como hipertensão e diabetes
  • Sempre exercitar o cérebro com atividades que estimulem a cognição
  • Consumir óleo de Baru sob orientação médica

Infelizmente ainda não há a cura para a doença, mas o tratamento de Alzheimer com o óleo de Baru pode trazer resultados promissores. Espera-se que mais pesquisas sejam feitas na área e que tratamentos definitivos sejam criados.

Subscribe To Our Newsletter

Get updates and learn from the best

Outros posts

Alimentação

Receitas com castanha de baru

A castanha de baru é um elemento muito consumido em algumas regiões do Brasil, mas que, apesar disso, ainda é considerada desconhecida por muitas pessoas.

Do You Want To Boost Your Business?

drop us a line and keep in touch